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Ações do Projeto

As ações previstas neste projeto enquadram-se em várias categorias necessárias á sua implementação e execução, de acordo com as diretrizes da candidatura do instrumento financeiro LIFE+.

Estas ações dividem-se em categorias de carácter administrativo, preparatório, executivas, de monitorização e de divulgação.

A) Gestão;

B) Ações preparatórias;

C) Campanhas de comunicação;

E) Monitorização do impacto do projeto;

F) Divulgação e disseminação de resultados do projeto;

 



A)    Gestão e monitorização do progresso do projeto:

 

A1. Gestão interna do projeto; 

A2. Monitorização do progresso do projeto; 

A4. Plano de comunicação pós LIFE.

 

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B)    Ações preparatórias:

B1. Reuniões com os stakeholders do projeto: Este projeto aceita o apoio de entidades privadas e públicas, estando aberto a todas as entidades que se queiram associar. Esta ação enquadra-se com o objetivo do projeto de aumento da sensibilização e alteração de comportamento por parte dos visitantes/observadores de espécies, habitats e sítios da Rede Natura 2000, através de uma campanha ex-situ C6. A todos os nossos stakeholders será fornecido um expositor em cartão com a imagem do projeto e com informação multilingue sobre as boas práticas para visitas às áreas protegidas. Também estará disponível material divulgativo de distribuição gratuita. Pretende-se que este material transmita a mensagem do projeto e funcione como um estandarte de adesão ao mesmo, considerando-se uma mais-valia para a entidade que o tiver pois representará um “galardão pró biodiversidade”. Este projeto aceita o apoio de entidades privadas e públicas, estando aberto a todas as entidades que se queiram associar.

B2. Guião  para material comunicativo; 

B3. Guião para jogos multimédia interactivos; 

B4. Guião para filme 3D; 

B5. Inquéritos de monitorização do sucesso do projeto.

 

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C)    Campanhas de comunicação e informação:

C1. Imagem do projeto: No sentido de facilitar a interação com a sociedade e os diferentes grupos alvo criou-se um logótipo e uma mascote do projeto que tem subjacente a mensagem: equilíbrio/compatibilidade entre a presença humana e suas atividades socioeconómicas e culturais em sítios protegidos, reservas naturais, habitats e espécies. A nossa mascote é o ECO, não só de ecológico mas também por ajudar a fazer ecoar as nossas mensagens.

C2. Sítio na internet:  No sentido de divulgar, promover, disponibilizar e permitir uma interatividade com os públicos alvo deste projeto, e com todos os interessados, criou-se este sítio na internet onde pode encontrar informação relativa às boas práticas no ecoturismo, na agricultura e na pesca em sítios protegidos e o impacto das mesmas na biodiversidade. Esta página é um elo de ligação com o público-alvo, de forma interativa, permitindo a divulgação e publicação do calendário de atividades/ações de comunicação do projecto e permitindo a participação de todos através de jogos interativos e partilha de  informação (fotos, textos, mensagens, comentários, etc.).
Esta ação está integrada com a ação F1 (criação de uma página sobre o projeto).

C3. Ações para agentes de eco turismo:   O projeto promoverá ações de comunicação/sensibilização dirigidas aos grupos sócio económicos e empreendedores que desenvolvem a sua atividade relacionada com o turismo de natureza, nomeadamente para agentes ligados às atividades turísticas de natureza (guias de mar, de montanha e de mergulho, skipers das embarcações, etc.), empresários, organizadores e gestores das atividades turísticas de natureza. Estas ações serão realizadas em grupo, em datas a divulgar, onde serão distribuídos materiais específicos que auxiliem os agentes na sua atividade diária. Os temas incidirão sobre a importância e sensibilidade das espécies, habitats e sítios da Rede Natura 2000 do arquipélago da Madeira e identificação dos procedimentos de boas práticas a aplicar. O material a distribuir também servirá para que os agentes transmitam aos seus clientes a sua preocupação e prática em serem eco compatíveis. 

C4. Ações para a população ligadas à pesca ou à agricultura:  Serão efectuadas distintas ações de comunicação/sensibilização dirigidas a populações de áreas costeiras económica ou tradicionalmente ligadas à pesca profissional e lúdica, a populações rurais económica ou tradicionalmente ligadas à agricultura e aos decisores/gestores de poder local dessas áreas, nomeadamente: agricultores profissionais e de subsistência; pescadores profissionais e lúdicos; decisores e gestores de poder local.
Estas ações realizar-se-ão segundo três tipos de atividades:

 a) através do contacto direto e pessoal com os agricultores, pescadores e decisores e gestores de poder local, diretamente nos locais onde exercem as suas atividades;

 b) através de ações de grupo para os agricultores de subsistência e pescadores lúdicos, envolvendo as casas do povo, associações recreativas e centros cívicos.

 c) através de atividades práticas que se traduzem em visitas de estudo guiadas ao campo. 

Estas atividades são encontros de carácter específico, onde se pretende disponibilizar aos diferentes grupos alvo materiais que os ajudem a evitar potenciais comportamentos menos adequados com determinadas espécies e em determinados locais que possuem um estatuto de proteção, visando sempre uma alteração da conduta. Em especial as seguintes questões:

 • Agricultores profissionais e de subsistência: importância do envolvimento das populações no sentido de serem minimizados os estragos causados na agricultura pelo Pombo-trocaz; importância de serem adoptados alguns procedimentos que evitem a disseminação de espécies introduzidas com caráter invasor.

 • Pescadores profissionais e lúdicos: sensibilidade do meio marinho e das suas espécies; compatibilização entre a atividade pesqueira e a preservação do Lobo-marinho, a foca mais rara do Mundo.

 • Decisores e gestores de poder local: gestão direcionada para o desenvolvimento e conservação da biodiversidade.

C5. Campanha in-situ para visitantes de áreas e espécies protegidas: A ação é dirigida aos visitantes de espaços naturais especiais com espécies sensíveis, locais pertencentes à Rede Natura 2000. A afluência a estes locais é muito grande, quer por parte do visitante não residente quer por parte do visitante residente, este último por razões de conhecimento/descoberta, usufruto/lazer e também pela prática desportiva de atividades ao ar livre. Neste sentido prevê-se duas atividades a terem início no 2º ano do projeto: a) Unidade móvel de divulgação/sensibilização – posto ambulante informativo que circulará nos seguintes sítios: Laurissilva da Madeira (Queimadas), o Maciço Montanhoso Oriental (Areeiro) e a Ponta de São Lourenço; locais pertencentes à Rede Natura 2000. b) Quiosque multimédia interativo – a colocar em locais estratégicos, onde poderá ser consultada informação digital sobre as áreas Rede Natura 2000 do arquipélago da Madeira, espécies vulneráveis e boas práticas.

C6. Campanha ex-situ para visitantes de áreas e espécies protegidas: Será implementada uma campanha ex-situ dirigida aos visitantes das áreas protegidas, na perspetiva de alertá-los para a importância da adoção de boas condutas ambientais de usufruto, no sentido das suas atividades de lazer/ observação de espécies não condicionarem o bom estado de conservação dos habitats e espécies aí presentes. A participação nesta ação será feita por adesão livre por parte de entidades privadas ou públicas - stakeholders. Este material fará publicidade ao projeto e funcionará como um estandarte de adesão ao mesmo, considerando-se uma mais-valia para a unidade que a tiver pois representará um “galardão amigo da biodiversidade”.

C7. Fóruns de divulgação: Esta ação visa transmitir, alertar, consciencializar, de uma forma peculiar, o público-alvo do projeto com a seguinte questão “conhece os impactos da sua atividade na biodiversidade de sítios protegidos?”
Para tal, serão promovidos fóruns de divulgação e discussão dirigidos aos seguintes públicos alvo: populações de áreas costeiras económica ou tradicionalmente ligadas à pesca profissional e lúdica e populações rurais económica ou tradicionalmente ligadas à agricultura e entidades que aderirem à acção C6. A ação está dividida em três vertentes complementares e sequenciais:

 a)    Visionamento de filme em 3D - ponto focal e principal elemento motivador desta ação com o objetivo de aumentar o efeito da transmissão da mensagem “impactos da sua atividade na biodiversidade de sítios protegidos”.

 b)    Exposição itinerante – exposição com informação bilingue (português/inglês) sobre os sítios protegidos e a biodiversidade existente.

 c)    Fórum de discussão – de modo a explorar as duas atividades anteriormente descritas, poderá ser promovido um fórum de discussão, apresentação de ideias, questões, sugestões por parte dos participantes.

C8. Seminário “Desenvolvimento e Biodiversidade”: Será organização um seminário subordinado ao tema: “Desenvolvimento e Biodiversidade” aberto ao público em geral.
O seminário está previsto decorrer no primeiro trimestre de 2014.

 

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E)    Monitorização do impacto do projeto nos grupos alvo e no problema detetado:

E1. Análise do sucesso do projeto: Para analisar o sucesso deste projeto recorrer-se-á à realização de inquéritos dirigidos para a avaliação das várias ações previstas neste projeto.

E2. Monitorização de campo: A monitorização do impacto do projeto no problema ambiental será baseada em indicadores diretamente relacionados com quatro espécies/habitats prioritários, nomeadamente: Freira-da-madeira, Pombo-trocaz, Lobo-marinho e floresta Laurissilva. Para esta monitorização são realizadas ações de controlo de espécies predadoras no habitat da Freira-da-madeira (zona oriental do Maciço Montanhoso – Pico do Areeiro); ações de monitorização de lixo ao longo das veredas do Pico do Areeiro e Ponta de S. Lourenço; georeferênciação e controlo dos focos de espécies vegetais invasoras presentes na floresta Laurissilva, prestando particular atenção às áreas limítrofes dos campos agrícolas; monitorização e apoio às interações do Pombo-trocaz nas áreas agrícolas; monitorização e apoio às interacções do Lobo-marinho no meio marinho.

 

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F)    Divulgação e disseminação de resultados do projeto:

F1. Project website;

F2. LIFE+ painéis de informação;

F3. Relatório para leigos: No final do projeto será produzido um relatório não técnico de acordo com os regulamentos do Programa LIFE+ onde constará uma análise às ações desenvolvidas. Este relatório será disponibilizado diretamente aos stakeholders e para download neste sítio de internet.

F4. Participação em eventos para divulgação do projeto;

F5. Divulgação na Imprensa e Rádio Regionais;

F6. Publicação no Boletim Informativo do SPNM – “Conservação e Natureza” .

 

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Actualizado em (Terça, 23 Julho 2013 16:07)

 
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